A importância da atualização da APH para profissionais da saúde e outros
A legislação brasileira dispõe que os profissionais de APH estão divididos em dois grupos:
Profissionais da área da saúde: médicos, enfermeiros; auxiliares de enfermagem e técnicos de enfermagem.
Profissionais de outras áreas: policiais, guarda municipal; bombeiros e motoristas de veículos de urgência e emergência.
No Brasil não há um conjunto de competências definidas para cada tipo de profissional que trabalha no APH. Cada serviço deverá, no entanto, manter diretrizes capazes de definir as competências demandadas de acordo com seu histórico de assistência e prioridades, bem como manter treinamento qualificado e atualizado periodicamente nessas áreas prioritárias.
Atendimento de urgência, em especial no atendimento pré-hospitalar (APH), não é trabalho para amadores, exige preparo técnico, físico e emocional. Sem lugar para a improvisação, o respeito a hierarquia, o treinamento em situações simuladas, o conhecimento e a experiência acumulada são indispensáveis. Seja qual for o seu nível de formação todo o profissional que participa da equipe deve estar capacitado a realizar procedimentos que estão dentro do seu nível de competência, de acordo e com respeito às normas legais.
Durante o atendimento pela equipe de APH, após a checagem de material e deslocamento, uma análise de necessidades e os cuidados fornecidos devem estar baseados em evidências clínicas amparadas pela literatura científica. A execução correta destas etapas costuma ser garantida por um exigente processo de certificação e recertificação em programas de treinamento reconhecidos, que fazem com que as habilidades requeridas sejam adquiridas, mantidas e acrescidas. Credenciais em dia garantem acesso a este exigente mercado de trabalho, assim como a falta de credenciais ou sua não atualização são fatores excludentes.